FDA estende a revisão de Arzerra ( ofatumumab ) da GlaxoSmithKline em conjunto com Genmab por três meses.
A GlaxoSmithKline e Genmab noticiaram nesta terça-feira que o FDA aumentou o tempo para a revisão da sua droga de oncologia Arzerra (ofatumumab) por três meses, até 31 de Outubro 2009. As empresas disseram que o orgão exige mais tempo "para revisar a produção de dados" que foram apresentados em 5 de junho.
Foi concedida prioridade de revisão para a droga que está sendo avaliada como um possível tratamento para pacientes com leucemia linfocítica crônica (LLC).
Em maio, um painel consultivo recomendou que o FDA aprovasse a droga para tratamento de pacientes com LLC isoladamente.
Este Blog destina-se a atualização em oncologia com ensaio clínicos, resultados, avaliações de protocolos, novos produtos e fases das pesquisas, aprovação pelos órgãos reguladores FDA, EMEA, Anvisa e links de informação e matérias afins. Notícias da Indústria Farmacêutica: Lançamentos, compras e fusões.
quarta-feira, 17 de junho de 2009
quinta-feira, 4 de junho de 2009
PFZER
Pfizer halts Sutent breast-cancer trial.
Pfizer suspende protocolo de Sutent (sunitinib) + Taxol (paclitaxel) em câncer de mama pois não encontrou um valor nas taxas de sobrevivência parecido com Avastin (bevacizumab) + Taxol(paclitaxel).
Pfizer suspende protocolo de Sutent (sunitinib) + Taxol (paclitaxel) em câncer de mama pois não encontrou um valor nas taxas de sobrevivência parecido com Avastin (bevacizumab) + Taxol(paclitaxel).
terça-feira, 2 de junho de 2009
Destaques do ASCO 2009
Nova terapia contra o câncer de mama apresenta resultados promissores.
Uma nova terapia, que tem como alvo a capacidade das células cancerosas de se repararem está sendo considerada promissora para tratar o câncer de mama, principalmente os tipos mais difíceis, segundo resultados de dois testes clínicos publicados neste domingo.
O tratamento mais avançado neutraliza uma enzima e a impede de desempenhar seu papel reparador do DNA das células no corpo.
Assim como as células sadias, as células cancerosas recorrem a esta enzima chamada PARP Poli(ADP-Ribose) Polimerase para se regenerar quando sofrem danos infligidos principalmente por tratamentos de quimioterapia.
Os dois estudos examinam se neutralizando a enzima PARP, os tumores de mama seriam mais sensíveis à quimioterapia.
Um teste clínico de fase 2 foi realizado em 116 mulheres com câncer de mama dito 'metastásico tríplice negativo' - tumores particularmente difíceis de combater. Elas representam 15% do total ou 170.000 casos no mundo anualmente.
Uma parte dessas pacientes foi tratada com quimioterapia e o inibidor de PARP, chamado BSI-201 da firma BiPar Sciences, filial americana do laboratório francês Sanofi-Aventis. O restante do grupo recebeu apenas quimioterapia.
Após seis meses, cerca de 62% das pacientes tratadas com o BSI-201 combinado à quimioterapia mostraram uma melhora clínica em relação a 21% do outro grupo, informou a doutora Joyce O'Shaughnessy, do centro de câncer Baylor-Charles Sammons de Dallas (Texas, sul), que apresentou o estudo na conferência da American Society of Clinical Oncology (ASCO) reunida neste final de semana em Orlando (Flórida).
As mulhers tratadas com o BSI-201 sobreviveram 9,2 meses (em média) dos quais 6,9 meses sem progressão do câncer comparativamente a 3,3 meses do outro grupo, precisou, destacando que o anti-PARP não apresentou efeitos secundários específicos notáveis.
Uma nova terapia, que tem como alvo a capacidade das células cancerosas de se repararem está sendo considerada promissora para tratar o câncer de mama, principalmente os tipos mais difíceis, segundo resultados de dois testes clínicos publicados neste domingo.
O tratamento mais avançado neutraliza uma enzima e a impede de desempenhar seu papel reparador do DNA das células no corpo.
Assim como as células sadias, as células cancerosas recorrem a esta enzima chamada PARP Poli(ADP-Ribose) Polimerase para se regenerar quando sofrem danos infligidos principalmente por tratamentos de quimioterapia.
Os dois estudos examinam se neutralizando a enzima PARP, os tumores de mama seriam mais sensíveis à quimioterapia.
Um teste clínico de fase 2 foi realizado em 116 mulheres com câncer de mama dito 'metastásico tríplice negativo' - tumores particularmente difíceis de combater. Elas representam 15% do total ou 170.000 casos no mundo anualmente.
Uma parte dessas pacientes foi tratada com quimioterapia e o inibidor de PARP, chamado BSI-201 da firma BiPar Sciences, filial americana do laboratório francês Sanofi-Aventis. O restante do grupo recebeu apenas quimioterapia.
Após seis meses, cerca de 62% das pacientes tratadas com o BSI-201 combinado à quimioterapia mostraram uma melhora clínica em relação a 21% do outro grupo, informou a doutora Joyce O'Shaughnessy, do centro de câncer Baylor-Charles Sammons de Dallas (Texas, sul), que apresentou o estudo na conferência da American Society of Clinical Oncology (ASCO) reunida neste final de semana em Orlando (Flórida).
As mulhers tratadas com o BSI-201 sobreviveram 9,2 meses (em média) dos quais 6,9 meses sem progressão do câncer comparativamente a 3,3 meses do outro grupo, precisou, destacando que o anti-PARP não apresentou efeitos secundários específicos notáveis.
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Quantidades de Abstrats por produto no
ASCO 2009
- Herceptin - trastuzumab
266 Trabalhos - Mabthera - rituximab
87 Trabalhos - Avastin - bevacizumab
293 Trabalhos - Erbitux - cetuximab
293 Trabalhos - Vectibix - panitumumab
42 Trabalhos - Sprycel - dasatinib
50 Trabalhos - Glivec - imatinib
235 Trabalhos - Iressa - gefitinib
83 Trabalhos - Nexavar - sorafenib
345 Trabalhos - Sutent - sunitinib malate
205 Trabalhos - Tykerb - Ditosilato de Lapatinibe
598 Trabalhos - Tarceva - cloridrato de erlotinibe
598 Trabalhos - Alinta - Pemetrexed
313 Trabalhos - Ixempra - ixabepilone
25 Trabalhos - Torisel - tensirolimus
10 Trabalhos - Afinator - everolimus
- 30 Trabalhos
- Taxol - paclitaxel
561 Trabalhos - Taxotere - docetaxel
504 Trabalhos - Eloxatin – oxaliplatin
259 Trabalhos
Biológicos = 981 Trabalhos
Drogas alvo moleculares = 2124 Trabalhos
Quimioterápicos = 1692 Trabalhos
Quantidades de Abstrats por produto no ASCO
Herceptin - trastuzumab
266 Trabalhos
Mabthera - rituximab
87 Trabalhos
Avastin - bevacizumab
293 Trabalhos
Erbitux - cetuximab
293 Trabalhos
Vectibix - panitumumab
42 Trabalhos
Sprycel - dasatinib
50 Trabalhos
Glivec - imatinib
235 Trabalhos
Iressa - gefitinib
83 Trabalhos
Nexavar - sorafenib
345 Trabalhos
Sutent - sunitinib malate
205 Trabalhos
Tykerb - Ditosilato de Lapatinibe
598 Trabalhos
Tarceva - cloridrato de erlotinibe
598 Trabalhos
Alinta - Pemetrexed
313 Trabalhos
Ixempra - ixabepilone
25 Trabalhos
Torisel - everolimus
30 Trabalhos
Taxol - paclitaxel
561 Trabalhos
Taxotere - docetaxel
504 Trabalhos
Eloxatin – oxaliplatin
259 Trabalhos
sexta-feira, 22 de maio de 2009
News from the American Society for Clinical Oncology (ASCO) meeting preview.
ASCO 2009: New Oncotype DX Assay Predicts Risk for Recurrence in Stage 2 Colon CancerMedscape Medical News
http://www.medscape.com/viewarticle/703009?src=mpnews&spon=7&uac=77528AX
Adherence to Hormone Therapy Low Among Disadvantaged Breast Cancer PatientsReuters Health Information
http://www.medscape.com/viewarticle/703097?src=mpnews&spon=7&uac=77528AX
ASCO 2009: New Oncotype DX Assay Predicts Risk for Recurrence in Stage 2 Colon CancerMedscape Medical News
http://www.medscape.com/viewarticle/703009?src=mpnews&spon=7&uac=77528AX
Adherence to Hormone Therapy Low Among Disadvantaged Breast Cancer PatientsReuters Health Information
http://www.medscape.com/viewarticle/703097?src=mpnews&spon=7&uac=77528AX
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Novartis ganha a aprovaçã0 do FDA em 31 Março, 2009
Novartis ganhou a aprovação do FDA para Afinitor (everolimus) para tratar o tipo o mais comum do câncer renal. Os analistas prevêem que a droga está na trilha para se transformar um sucesso de vendas, com aprovações novas para outros tipos de canceres.
A terapia inibe a proteína do mTOR que atua na divisão da célula tumoral. O FDA aprovou a droga para os pacientes que já usaram Sutent e Nexavar.
Novartis não planeja parar a pesquisa no câncer renal. A companhia e os investigadores acreditam que Afinitor poderia ser usado também em vários tipos de tumores. A companhia farmacêutica está planejando agora ganhar uma aprovaçã0 para tratar tumores neuroendócrinos. Os estudos novos estão em andamento para o câncer gástrico, câncer da mama, limfoma, e um tipo de câncer de fígado e esclerose tuberosa.
Novartis ganhou a aprovação do FDA para Afinitor (everolimus) para tratar o tipo o mais comum do câncer renal. Os analistas prevêem que a droga está na trilha para se transformar um sucesso de vendas, com aprovações novas para outros tipos de canceres.
A terapia inibe a proteína do mTOR que atua na divisão da célula tumoral. O FDA aprovou a droga para os pacientes que já usaram Sutent e Nexavar.
Novartis não planeja parar a pesquisa no câncer renal. A companhia e os investigadores acreditam que Afinitor poderia ser usado também em vários tipos de tumores. A companhia farmacêutica está planejando agora ganhar uma aprovaçã0 para tratar tumores neuroendócrinos. Os estudos novos estão em andamento para o câncer gástrico, câncer da mama, limfoma, e um tipo de câncer de fígado e esclerose tuberosa.
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Bristol-Myers Squibb (NYSE: BMY) anunciou, em 14 de maio de 2009, resultados provisórios dos estudos de fase II de SPRYCEL® (dasatinib) que demonstram que a droga pode ter potencial como tratamento para o câncer de próstata avançado.
Os dados serão apresentados na totalidade no Congresso Anual da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO) que começará no dia 29 de Maio a 2 de Junho em Orlando, Florida.
O estudo de fase II de SPRYCEL está indicado atualmente para o tratamento em adultos com resistência ou intolerância à terapia prévia para a leucemia mieloide crônica (CML) ou leucemia limfoblástica aguda cromossomo Philadelphia positivo .
O estudo de fase II com SPRYCEL (CA180-085 e CA180-086) será apresentado no ASCO com potencial de SPRYCEL ser um tratamento para o câncer de próstata para pacientes resistentes a castração (CRPC). Os dados destes estudos suportam a base racional para o estudo global em curso na fase III (CA180-227) dos homens resistentes a castração (CRPC) tratados com a combinação de SPRYCEL e o padrão atual de docetaxel .
Este estudo, em curso de fase III, está recrutando atualmente pacientes nos Estados Unidos, no México, na Austrália, no Canadá, na África do Sul e nos países da Europa, Ásia e na América do Sul. As informações adicionais sobre o estudo está disponível no site www.clinicaltrials.gov
“SPRYCEL é o inibidor da Tyrosina Kinase SRC/ABL mais avançado clinicamente, com eficácia e segurança demonstradas nos pacientes com tumores sólidos.”
Em um estudo em andamento com SPRYCEL como agente único (CA180-085) que examina três regimes de dose em pacientes resistentes a castração (CRPC), foi avaliada a atividade clínica preliminar (tumor e resposta no câncer de próstata com antígeno específico (PSA), e a diminuição da massa óssea) que eram similares nos pacientes que recebem a dose uma vez ao dia ou duas vezes por dia de SPRYCEL.
Em outro estudo auxiliar com docetaxel (CA180-086), as combinações foram bem toleradas e sem as interações. Uma atividade clínica encorajadora mais adicional foi relatada igualmente. A maioria de eventos adversos comuns são de grau 1 ou 2 no CRPC e estudam fadiga, dor de cabeça, diarreia e náusea incluídas. Classificaram-se como evento adversos, astenia incluindo grau 3 ou 4, dispnéia e três casos da efusão pleural.
Em modelos pré-clínicos, com Tyrosina Kinase SRC e em quinase relacionadas (quinase da família de SRC (SFK), foram identificados como mediadores centrais oncogênicos para desenvolvimento de processos metastáticos e são um alvo terapêutico potencial em tumores sólidos. Dado seu papel fundamental nestes processos, a inibição da quinase SRC pode ter o potencial para a atividade terapêutica larga nos pacientes com câncer SRC dependentes.
“O programa do ensaio clínico é centrado sobre os tipos do tumor onde SRC e SFK teem um papel fundamental em promover o crescimento e metástases de tumores,” disse o Dr. Shapiro.
segunda-feira, 11 de maio de 2009
O FDA, Genentech e OSI Pharmaceuticals relataram que Tarceva (erlotinib), podem causar sérios problemas de saúde.
Em estudos de pós-marketing, foram observados eventos adversos com Tarceva (erlotinib) como perfuração gastrointestinal que causaram algumas mortes, problemas de pele sugerindo "Síndrome de Stevens-Johnson, necrose epidérmica e desordens oculares.
Tarceva está indicado em monoterapia para câncer de pulmão localmente avançado ou metastático e em câncer de pulmão de não pequenas células (NSCLC) em quem a terapia prévia falhou, assim como para o tratamento first-line do câncer pancreático localmente avançado, não rececável ou metastático, em combinação com Gemzar (gemcitabine) de Eli Lilly.
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Fusões e Aquisições.
A fusão de Pfizer com Wyeth trará mudança significativa à indústria farmacêutica e pode conduzir a negócios maiores antes do fim do ano, sugere um relatório publicado sobre Fusões e Aquisições( Fusões e aquisições no setor dos farmacêutico, 2009 ) - Tudo indica que as grandes indústrias farmacêuticas seguirão os passos de Pfizer e participarão de uma busca frenética por empresas com um pipeline atrativo e vendas robustas. Um estudo de 111 páginas diz que é provável que a mega onda de aquisições começaram com três negócios no primeiro trimestre de 2009 e parece que não terminou ainda, com possíveis três megas negociações no curso dos outros três trimestres seguintes com mais de dez companhias farmacêuticas. “Os dois negócios mais provável parecem ser as aquisições da Americana Bristol-Myers Squibb e da Européia Bayer. Atualmente os melhores potenciais para comprar outras empresas parecem ser Sanofi-Aventis e Novartis, mas nós não devemos deixar fora desta história Johnson&Johnson ou GlaxoSmithKline se sua aquisição da Allergan não for a frente.
Este ano ainda tivemos compras da Inclone Systems pela grande Eli Lilly, Merck Sharp & Dome renascendo comprando a Schering Ploug, Roche comprando a gigante da biotecnologia Genentech e no Brasil a Medley sendo comprada pela Sanofi Aventis.
Cada companhia farmacêutica deve rever suas intenções de fusão ou aquisição como oportunidades a fim satisfazer acionistas e continuar a competir com aquelas companhias que se fundiram.
A consolidação da indústria farmacêutica conduzirá a um deslocamento fundamental na dinâmica do mercado através de todas as categorias de produto principais. Os desafios e chaves para todas as companhias incluem o controle e o rompimento causado pela fusão . Competir em um mundo consolidado e globalizado exigirá um contrapeso entre o fornecimento da escala e da diversificação ao gerar a inovação e flexibilidade.
Vale ainda lembrar que por tudo o que vimos nos anos que se passaram, nas últimas duas décadas do século passado, é que Companhia Farmacêutica Americana compra Americana e Companhia Farmacêutica Européia compra Européia. Exemplos disto são: Americanas - Wyeth com Cyanamid; Bristol Myers com Squibb; Pfizer com American Home; Pharmacia&UpJohn se fundiu com a Monsanto; Pfizer com Pharmacia; Pfizer com Wyeth; MSD e Prodome; MSD e Schering Ploug; Eli Lilly com Inclone Systems; Bristol Myers Squibb com Dupont; Bristol Myers Squibb com Adnexus Therapeutics; Bristol Myers Squibb com Kosan Biosciences.
Européias - as gigantes suíças Sandoz e Ciba-Geigy originando a Novartis; a Alemã Hoechst e a Francesa Rhône-Poulenc se fundiram criando a Aventis; Zeneca e Astra criando a AstraZeneca; Sanofi S.A e Synethelabo depois comprando a Aventis virando Sanofi Aventis; Glaxo e Welcome; Glaxo e Welcome e SmithKline Beecham tornando-se GSK; Bayer com Schering Berlimed e ainda deixo aqui minhas desculpas se me esqueci de alguma fusão.
A fusão de Pfizer com Wyeth trará mudança significativa à indústria farmacêutica e pode conduzir a negócios maiores antes do fim do ano, sugere um relatório publicado sobre Fusões e Aquisições( Fusões e aquisições no setor dos farmacêutico, 2009 ) - Tudo indica que as grandes indústrias farmacêuticas seguirão os passos de Pfizer e participarão de uma busca frenética por empresas com um pipeline atrativo e vendas robustas. Um estudo de 111 páginas diz que é provável que a mega onda de aquisições começaram com três negócios no primeiro trimestre de 2009 e parece que não terminou ainda, com possíveis três megas negociações no curso dos outros três trimestres seguintes com mais de dez companhias farmacêuticas. “Os dois negócios mais provável parecem ser as aquisições da Americana Bristol-Myers Squibb e da Européia Bayer. Atualmente os melhores potenciais para comprar outras empresas parecem ser Sanofi-Aventis e Novartis, mas nós não devemos deixar fora desta história Johnson&Johnson ou GlaxoSmithKline se sua aquisição da Allergan não for a frente.
Este ano ainda tivemos compras da Inclone Systems pela grande Eli Lilly, Merck Sharp & Dome renascendo comprando a Schering Ploug, Roche comprando a gigante da biotecnologia Genentech e no Brasil a Medley sendo comprada pela Sanofi Aventis.
Cada companhia farmacêutica deve rever suas intenções de fusão ou aquisição como oportunidades a fim satisfazer acionistas e continuar a competir com aquelas companhias que se fundiram.
A consolidação da indústria farmacêutica conduzirá a um deslocamento fundamental na dinâmica do mercado através de todas as categorias de produto principais. Os desafios e chaves para todas as companhias incluem o controle e o rompimento causado pela fusão . Competir em um mundo consolidado e globalizado exigirá um contrapeso entre o fornecimento da escala e da diversificação ao gerar a inovação e flexibilidade.
Vale ainda lembrar que por tudo o que vimos nos anos que se passaram, nas últimas duas décadas do século passado, é que Companhia Farmacêutica Americana compra Americana e Companhia Farmacêutica Européia compra Européia. Exemplos disto são: Americanas - Wyeth com Cyanamid; Bristol Myers com Squibb; Pfizer com American Home; Pharmacia&UpJohn se fundiu com a Monsanto; Pfizer com Pharmacia; Pfizer com Wyeth; MSD e Prodome; MSD e Schering Ploug; Eli Lilly com Inclone Systems; Bristol Myers Squibb com Dupont; Bristol Myers Squibb com Adnexus Therapeutics; Bristol Myers Squibb com Kosan Biosciences.
Européias - as gigantes suíças Sandoz e Ciba-Geigy originando a Novartis; a Alemã Hoechst e a Francesa Rhône-Poulenc se fundiram criando a Aventis; Zeneca e Astra criando a AstraZeneca; Sanofi S.A e Synethelabo depois comprando a Aventis virando Sanofi Aventis; Glaxo e Welcome; Glaxo e Welcome e SmithKline Beecham tornando-se GSK; Bayer com Schering Berlimed e ainda deixo aqui minhas desculpas se me esqueci de alguma fusão.
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